*estórias com moral de aconselhamento.

76* estórias com moral de aconselhamento.

Havia um jovem literalmente mentiroso, espalhava mentira em tudo que tivesse ouvidos para ouvi-las, de tal maneira que foi gradualmente perdendo credibilidade no seio dos seus conhecidos e não só. Certa vez, ele, decidiu ir visitar familiares na aldeia. Ali, encontrou campo fértil, para mentir, como era sua característica. Na aldeia, as pessoas por hábito, vão ao rio com relativa frequência. Para se banharem, lavar, cartar água ou mesmo pescar. Logo, o mentiroso compulsivo, não encontrou outra brincadeira, senão, a de fingir afogamento no rio, de tal maneira que as pessoas presentes precipitavam-se logo em ir salva-lo. As gargalhadas, ele exclamava! – Seus idiotas, não vêem que e mentira, não estou-me a afogar?! Até que, certo dia, por algum descuido, ele caiu no rio, uma das pernas ficou entalada sobre raízes. Assustado, pós-se a gritar. – Socorro, socorro, socorro. Todos os presentes, por duas vezes haviam sido ludibriados por ele, na mesma situação, logo julgaram tratar-se das suas brincadeiras de mau gosto. Quando ele sem o apoio que clamava, acabou por morrer afogado, os presentes, finalmente e pelo tempo, começaram a entreolhar-se, preocupados. Foram ver e efectivamente, ele já estava morto. Nada mais havia para se fazer.

Moral da história: Quando a mentira começa a incomodar os demais, ela acaba sempre por produzir consequências. Tal como o descrédito, a perda de confiança, falta de apoio. Tudo isto, por mero hábito curável. Querer é poder, se realmente pretendemos mudar de comportamento, é possível. Boas entradas e votos do ano 2018, menos enganoso.

Dito popular adaptado por: Jonas Nazareth