السيرة المؤلف

جوناس نازاريت

كاتب أنغولي

مقيم في القاهرة – مصر

صحفي و متخصص في الشئون علي

قناة النيل الإخبارية –

قناة شاري لوجون ميديا –

و قد سبق له نشر روايتين باللغة البرتغالية

الحياة راي أخر 2013 –

التمائم و غيرها من ضروب البار نويا 2017 –

 

 

*O natal. Credos, mitos e implicâncias político-religiosas.

74* O natal. Credos, mitos e implicâncias político-religiosas.

A festa de natal numa perspectiva geral, ousa-se dizer, é politicamente correcto! Pelo facto de servir para congregar famílias, próximos ou desavindos. Particularidade, positiva e encorajadora, independentemente da data ou festa, ser ou não considerada, como o do nascimento de Jesus Cristo. Ora bem, Cristo resume a trindade, ou seja, três em um?! Longe de quaisquer conflitos religiosos, ao contrário, o natal nos nossos tempos modernos, apenas tem servido para incentivar, a mais uma festa de arromba, pois muitos, em maioria avassaladora, ao invés do ritual de veneração, cultos ecuménicos, retiros espiritual e outros afins. Limitam-se tão-somente, as farturas e os excessos que o evento em si proporciona. Ateus ou protestantes, estas inovações no seio do natal, há muito, que já ganhou outro figurino, porque inclusive, para muitos, ao invés do natal do menino Jesus, já passou a ser chamado de – dia de família. Relegado ao ostracismo, passou a estar, o verdadeiro conceito litúrgico da denominação. E nisto, os antagónicos ou reticentes, devem se apegar a este imbróglio, para pouparem seus impropérios, quando se trata da religião de outrem, pois vivemos num mundo que não é perfeito, onde os humanos também não são perfeitos! Então porque exigir perfeição ao credo de outrem, quando o seu, também não é visto na perfeição? As diferenças e desacordos, haverão sempre de existir no nosso seio, quer queiramos ou não. Portanto, para os que acreditam no pai natal, devem eles, merecer essa exclusiva prerrogativa, como um direito as suas liberdades e opções. E para os que não crêem nele, ou na data natalícia, devem eles, conter seus vómitos discordantes, por uma simples questão – cada um, deve merecer o direito a sua livre escolha e nunca por imposição!

Crónica de: Jonas Nazareth