*A Líbia árabe e os atropelos aos valores humanos e cívico.

73* A Líbia árabe e os atropelos aos valores humanos e cívico.

A África é um continente de direito e valores morais, em que os princípios gerais de boa conduta, estão sempre presentes nas nossas sociedades. Equivoco ou destratamento, os países do norte de África, ou melhor, a África magrebina, eles fazem e de maneira reincidente, descriminações contra os africanos da África subsaariana, de tal sorte que, o conceito de raça para eles, ainda lhes significa supremacia de uns sobre outros?! Para os africanos do magreb, chamar negro, lhes e normal dize-lo?! Mas não seremos recíprocos no tratamento, trata-los pela cor da pele. Manteremos o nosso respeito para com os outros povos. Mas o pior está a acontecer. Na líbia estão a tentar, transformar emigrantes africanos, que por pouca sorte, são apanhados pela polícia líbia, em escravos?! As provas vêem através de vários vídeos colocados no youtube, de mesmo modo que varias jornais de todos os quadrantes do mundo, informam sobre este caso insólito. Talvez andarão eles ainda a digerir a ressaca da primavera árabe, na qual reduziram o país deles em escombros de ódio étnico. E bem verdade que, não estamos de acordo, com o êxodo de jovens africanos para Europa, sobretudo, com todos os riscos de vida, que o mar mediterrâneo já deu mostras de poder fazer. Tão pouco, não admitimos que as autoridades líbias transformam, nossos jovens africanos capturados em território líbio, em escravos à força. A união africana, parece-nos, estar a ponderar vir a tomar medidas dissuasórias, contra este atropelo aos direitos humanos. Em nossa opinião, cortar relações com a líbia, deveria ser a medida mais justa. Ao mesmo tempo, expulsar seus embaixadores nos países africanos, por um período prorrogável de dez anos, até a líbia organizar-se internamente e dar sinais de melhorias e de arrependimento, na lida com os povos da África subsaariana. Porque, uma batata podre entre as demais, acaba sempre por contaminar sua podridão as outras!

Crónica de: Jonas Nazareth