*A consciência do conceito de liberdade!

71* A consciência do conceito de liberdade!

Filosoficamente diz-se que: – A minha liberdade termina onde começa a do outro! Portanto as sociedades, por sua vez vão se moldando consoante as características melhor aceites pela maioria, um resultado que a chamamos – democracia. Pois bem, em democracia dá-se o privilégio as maiorias, mas este pressuposto ainda é muito mal digerida pelas pequenas elites que foram sendo à revelia, concebidas em África, pois muitas delas, senão todas, saídos das massas (povo), pretenderam também demonstrar ao mundo que a África pode e deve haver elite burguesa, pena não terem feito por ela, ou seja, todas elas foram concebidas com o erário público, e como agravante, furtam-se do compromisso com as leis da fiscalidade, esta que alimenta o PIB. E por mesquinhez, nem sequer investem no próprio solo pátrio, que no mínimo serviria para estimular o desenvolvimento socioeconómico da terra natal?! As mesmas (as tais elites) apegaram-se de tal maneira ao poder e com a específica intenção de lapidação dos recursos do Estado para desaproveita-los em luxúrias mal justificadas, o que em certa medida, condiciona a manutenção do poder ou o propiciar de eleições manipuladas, tornando assim a nação refém aos caprichos de uma minoria. São muitos os países africanos ainda com sérias dificuldades em exercerem um escrutínio público transparente. E como exemplo citamos a, R.D. Congo de Kabila, que deixa-nos entender, que ele não está saber lidar com uma vida de ex-presidente?! Situação esta que prejudica nitidamente toda nação. Daí a questão – será ele um verdadeiro nacionalista? O Zimbabwe não faz excepção, no passado, houve efectivamente da parte do PR Mugabe, políticas latifundiárias algo precipitadas e que culminaram com um embargo inoportuno da união europeia, a consequência tem-se reflectido no povo zimbabueano e vizinhos, a saber que, antes do colapso, o Zimbabwe chegou a ser considerado como o celeiro da África austral?! Na Líbia de Khaddafy, enquanto ele soube escamotear a liberdade com o prover de condições apetecíveis aos seus cidadãos, A Líbia era um país de sonho para muitos africanos, hoje e diga-se em abono da verdade, são escombros e ódio a demarcar-se. O Sudão Sul – um ocaso?! A Somália – Ibidem. É por estas e outros, atiro a minha pergunta ao vento – Que devemos fazer para amarmos a África e torna-la desenvolvida?!

Crónica de: Jonas Nazareth