* Querida mãe!

53* Querida mãe!

A todas as mães do mundo inteiro, exceto as dissolutas, porque praticam o aborto e outras mesmo, deitam filhos no lixo. A todas as mães particularizadas que se apiedam das suas progenituras, e trabalham abnegadamente para colocarem o pão à mesa, sacrificadamente fazem-na, mesmo sendo elas, muitas vezes incompreendidas, pelos tais, que aspiram uma cidade mais turística?! Mas sem no entanto, estudarem o caso com maior profundidade. Sobretudo, se ao expulsarem as vendedoras ambulantes, em contrapartida, disponibilizassem um subsídio de desemprego em compensação. Querida mãe, a todas as mães do mundo inteiro à exceção das devassas, a quem o crivo se demarca das ações destas, na renúncia ao amor materno. A repulsa também recai, aos filhos ingratos que colocam suas mães em lares de acolhimento, sobretudo, quando embevecidos pelas ilusões da vida, desagregam suas mães do lar familiar, como se de um empecilho se tratasse nas suas vidas concupiscente. E para os reconhecidos, vindos de uma mãe, e que bradam a sete ventos que a mãe é sempre querida! Parafraseio o cantor 2Pac no seu sucesso – dear mama! “…e por tudo que fizestes querida mãe, apreciei…” outrossim, o célebre grupo de rock – Queens, na música – Rapsodia Bohemia! “… Mãe, eu não quero morrer, mas as vezes penso que nunca deveria ter nascido…” E mais não digo, aos desabafos de filhos, quando em dificuldades para se afirmarem neste mundo tão perverso quanto oportunista. Apesar de tudo, exaltamos as mães particularizadas, porque todos os dias, são dias da mãe, todos os dias do ano contabilizados com e sem o ano bissexto, são-no inequivocamente especiais para todas as mães, as particularizadas, obviamente, por não haver filho sem mãe!

Crónica de; Jonas Nazareth