en studio du canal Nile-TV

Moi, Jonas Nazareth, Expert en affaires africains au plateau du canal Nile-TV avec le messieur le professeur Essam Abdel Fatah et la journaliste Reham Talima.Moi, Jonas Nazareth, Expert en affaires africains au plateau du canal Nile-TV avec le messieur le general Ibrahim Choukri.Moi, Jonas Nazareth, Expert en affaires africains au plateau du canal Nile-TV avec l`historien Professeur Hamid.

Quem tem medo de Trump?

Definitivamente o homem não é doido, antes pelo contrário, é um homem bem sucedido nos negócios, e tudo que vier a fazer como presidente da maior potencia mundial, no caso os Estados Unidos da América, será obviamente com o aval do congresso (maioritariamente republicano) e o povo terá também a sua quota parte por ter votado nele de plena consciência. Certamente que a União Europeia tem razões de sobra para camuflar a aversão pelo Trump, pois o mesmo coloca em risco o projecto shengen da União Europeia, pelo incitamento deste aos demais membros desta para optarem pelo caminho do brexit feito pela Grã-Bretanha.
Coloca em risco a OTAN, que considera uma organização obsoleta. Coloca em risco as Nações Unidas por considerar ser uma organização na qual se agrupam muitos indivíduos
para conversarem sem quaisquer resultados benéficos para a audiência. Mas se tudo isto vier acontecer, não será única e exclusivamente pela decisão de Donald Trump enquanto presidente dos Estados Unidos, mas sim, do congresso Americano em validar as ideias do mesmo.
América é, senão o estado mais democrático do mundo (?!) e nunca permitira realizar os desejos de um louco, há menos que também eles sejam loucos, ao se reverem nas políticas do atual presidente. E para o resto do mundo, medo? De que serviria o medo diante de uma imposição? E quantos já morreram por medo do nada?
O muro com o México? A quem impediria de saltar para entrar nos Estados Unidos? Racismo? Quantos séculos viveram os negros de escravatura?
E quanto tempo ainda eles vivem as desigualdades raciais? Do que se espera de Trump, é uma América mais forte económica e socialmente, para desanuviar os extremos de pobreza que muitos americanos ainda vivem, o resto, não faz medo a ninguém!!!

Donald Trump

Antes tarde que nunca!

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África é um corpo inerte onde cada um vem debicar seu pedaço de carne (Dr. Agostinho Neto) por ocasião de uma cimeira dos países da união africana (OUA). Varridos os abutres, eis que nos vemos forçados a enfrentar os chacais, estes mais sujos nos seus propósitos, pois tudo comem e nada deixam, próprios filhos de África, mas sem o pudor de trair seus próximos. Irascíveis nas suas condutas, pouco se importam quantos ainda têm de matar para alcançarem o poder absoluto. Mal conseguimos reduzir a pobreza extrema, mal conseguimos proporcionar em abrangência a educação, saúde e justiça aos respectivos países, mas os chacais de que falamos, transformam o erário público em cofre familiar, onde cada um debica a seu bel-prazer as receitas públicas. E como alguns, assim entrou em cena Yahya Djammeh ex, presidente da Gâmbia, derrotado nas últimas eleições livres, depois de vinte e dois anos no poder, por onde, ao contrário de desenvolver seu país, antes orientou-se pelo caminho da blasfémia, por vezes agindo por impulsos que só o poder das armas assim permite. Tardiamente, mas eficazes, os líderes africanos saídos de sufrágios transparentes, impediram os excessos que há muito vinha acontecendo em África sem que ninguém os impedisse?! Felizmente, e como prenúncio de um futuro mais rigoroso, África se uniu para impedir que uma vez mais a democracia fosse banalizada. Goradas que ficaram as péssimas intenções do ditador, que depois de esfarelar todas suas teorias de ameaças, abandona finalmente sua terra natal a Gâmbia, onde deveria permanecer em paz e harmonia, agora não poderá fazê-lo por má conduta e abuso de poder, por ter digerido mal a derrota nas urnas, por não ter sabido respeitar a decisão do seu próprio povo. Sai (exila-se) para dar lugar ao novo presidente Adama Barrow, vencedor e eleito recentemente no vizinho Senegal. Deverá agora o atual presidente, procurar fazer melhor que seu antecessor para uma Gâmbia melhor e para uma África mais democrática.

 

Funcionários fantasmas.

Afinal existiam efetivamente 55 mil funcionários fantasmas animados por uma vontade ambígua de arrecadaram dinheiro sem prestarem serviço, corroendo insidiosamente o erário público e prejudicando sobremaneira os contribuintes. E dizer que temos fiscais mais modernos de África, quiçá do mundo, estes com berridas infalíveis e sempre para colocar aos mãos nas pobres das zungueiras que lutam desesperadamente para sustentar seus lares. Bastou o custo do petróleo baixar para a nação entrar em pânico, para se decretar crise e austeridade quando na verdade sempre vivemos sobre os auspícios da crise. Como diz o provérbio popular: – zangam-se as comadres e descobrem-se os segredos! Mas até agora, só sabemos que devido a crise, foi revelado que 55 mil preguiçosos abocanham fraudulentamente dinheiro sem quaisquer esforços. Decerto que alguém os colocou em posição privilegiada. Quem, no caso? E como os mais eficazes fiscais do mundo não sabiam? E porque é um caso de polícia, porque ainda não foi instaurado um processo contra as administrações que permitiram esse desfasamento nas contas públicas? E os nossos tribunais continuam a se contentar com julgamentos por roubos de galinhas!? Só vos olho já, quem evita não é burro.