23* O crude sua Excia, também já faz parte dos nossos pesadelos?

23* O crude sua Excia, também já faz parte dos nossos pesadelos?

O ano 2016 veio definitivamente acabar com a nossa ‘banga fukula’ pelo fato de sermos informados sabre os novos precários de combustível e seus derivados. A intenção do executivo é acabar com as subvenções, em conformidade com a dialéctica do conceito de privatização e afins, a liça, a anunciada contenção de gastos?! É para dizer, que sem apercebermos andamos a beber leite de porco, mas sabemos que é impróprio para consumo! Nunca fui um bom aluno a lidar com extrapolações, mas de poesia percebemos todos algo! Dai que, se é para se acabar com o estado de providência, então que ao menos nos digam e de uma vez por todas, o que ainda é subvencionado pelo estado e em que percentagens? Talvez assim, saberemos lidar melhor com os números. E porque o futuro indica que será levada a cabo uma politica der mais rigor com a coisa pública, ficamos por saber o porque de elevada sobrecarga percentual aos produtos importados, ou seja, as nossas alfândegas cobram 25% do valor de todo produto acima de uma sub-facturação acima dos 5,000 usd. No caso, certamente que os economistas saberiam melhor responder ou concordar que por este critério adoptado pela alfandega estaríamos a provocar a inflação no país, pela simples razão dos produtos acabarem por chegarem as mãos do cliente com um valor acima do esperado. Gostaríamos sim, termos um país mais barato e com cidadãos menos afogados relativos aos seus encargos financeiros, até porque o estado anda longe de implementar o subsídio de desemprego. E prevemos obviamente, subidas vertiginosas em todo a oferta ao cliente, face ao aumento registado nos combustíveis, a excepção dos salários que seguramente irão manter-se, e sem quaisquer surpresas para os sindicalistas, pese embora todo esforço destes no sentido de alterar o quadro. E assim, nos salta a curiosidade para saber, por onde sairá o dinheiro para colmatar os desfasamentos de cada indivíduo? É assim que se pretende combater a corrupção e a promiscuidade na nossa sociedade?

Crónica de; Jonas Nazareth