19*Baldas e kandandos para inglês ver…

19*Baldas e kandandos para inglês ver…

Em Angola requer-se uma democracia de concreto, sobretudo nos partidos políticos,  por ser o elo com maiores riscos ou tendências de intolerâncias, quanto as outras áreas nos parece estarem no caminho certo, tal e o caso das agremiações desportivas e mesmo culturais, pese embora ainda alguns resquícios de manobras não democráticas, vai havendo nestas, as almejadas alternâncias de pendor democrático.  E diga-se em abono da verdade,  que os partidos da oposição não espelham exemplos para dar aulas de moral ao partido actualmente no poder.  Tal é o imbróglio que a FNLA se encurralou, e a viver uma fracção sem precedentes,  com os dois pólos negativos, impotentes para produzirem energias positivas para insuflar o histórico partido para uma posição mais condigna.  E pelo mesmo diapasão também nos parece o partido PRS estar a navegar. Tudo porque o seu líder ao fundar o partido, nele não se espelha sinais de alternâncias para insuflar seu partido a um prestígio reconhecidamente democrático, mais pela sua perpetuidade na liderança e a propiciar um êxodo de seus melhores quadros para outras denominações políticas. Quanto ao maior partido da oposição, a UNITA, se apresenta menos contencioso, mas algo polémica, quando o assunto é alternância. De pedra e cal, o PR da UNITA vem demonstrando não estar interessado em dar lições de democracia, e já se comenta em atrasos ou total indiferença (conforme os estatutos) do seu PR para a convocação de eleições partidárias, colocando em causa a credibilidade que o povo lhes concedeu.  Também os partidos sem assentos parlamentares não abstêm de uma luta encarniçada e com bruxedos e pragas a mistura,  quando se trata de ascender ao cadeirão partidário.  Em suma, os angolanos muito gostam de clamar por estabilidade quando estão nos comandos partidários ou afins.  Qual alternância partidária, afinal o poder é doce!!!

Crónica escrita por; Jonas Nazareth

 

18*A vitoria do lixo ante o conformismo dos gabarolas!!!

18*A vitoria do lixo ante o conformismo dos gabarolas!!!

Qual tecnologia de ponta! Se o lixo concorresse para as eleições, aí sim, veríamos uma vitoria limpa, e com maioria absoluta!  E nem me venham com estórias de que há dedo da CIA&Co no caso das intermitências do lixo ‘on the ground’ (lê-se: no terreno)!? Há sim de facto, falta de vontade laboral (suar a camisola) para se combater o fenómeno!  Basta parafrasearmos um provérbio popular africano que diz; – Quem levar a pele da onça terá que sujeitar-se com os piolhos que lá se encontram!  A gabarolice dos materiais de ponta, e os cifrões fantasmas que projectam o país, como o que mais cresce no mundo, já não colhe!  O exemplo vem da impotência dos órgãos de decisão para projectarem uma programa sério e competente para restabelecerem a higiene no nosso país, porque o fenómeno lixo, se encontra presente um pouco por todo o lado, e com a inequívoca intenção de permanecer.  Pois bem caros compatriotas, saibam que o lixo é uma ameaça nacional, porque diariamente morre cidadãos, vitimados indirectas pelo lixo,  este que nos parece, na eminência de colonizar Angola compulsivamente, alias, aqui sim, podemos considerar efectivamente de um golpe de estado!?  Sem quaisquer recursos instrutivos aos livros que fomentam golpes de estados ou de pasquins agitadores. É para se dizer que, mas por onde vão as contribuições tributarias dos cidadãos para apoio a limpeza e outros afins?  É de todo sabido que temos; – Assessores para imagem, para bajulação, para maiorias absolutas, e pasme-se! Só não temos ainda assessores para combater o lixo?  Rumores alegam que ainda não foi empossado ninguém para opinar fervorosamente contra o lixo, devido a contenção de gastos?! Definitivamente já nem sei o que significa patriotismo,  e nem mesmo os chineses se têm revelado uma mais valia para combater o lixo?! Bem… Só sei, que nada sei.  A menos que, queiramos entrar no Guinness pelo prémio por quantidades proporcional de lixo em territórios???

Crónica de; Jonas Nazareth

17* O TPI e os insurgentes.

17* O TPI e os insurgentes.

Numa visão totalitária e parcial, diriam os insurgentes que o tribunal internacional,  não passa de um instrumento para banalizar os países subdesenvolvidos, sobretudo da África. Mas vale dizer que, os africanos são os que mais desrespeitam os direitos humanos, propiciando o êxodo emigratório de muitos para países onde julgam encontrar melhores condições de vida e de liberdade de expressão, e tudo devido ao oportunismo de alguns políticos e de grupos restritos com o fito de espoliarem a bel-prazer recursos valiosos da terra para satisfazerem interesses pessoais,  o que certa maneira, resulta na inoperância da governação para o beneficio do povo. Não e mero acaso observarmos desolados, travessias suicidas no mar mediterrâneo para se fugir as injustiças e barbaridades nos seus próprios países. O TPI surge como uma ferramenta para disciplinar alguns desmandos um pouco por todo o lado no mundo, aparte outras injustiças de fórum judicial que bem poderia colocar George W Bush e Tony Blair pela copiosa desestabilização de países com uma realidade nada similar as democracias europeias e americanas.  Mas como africanos nos regozijamos pela decisão corajosa do TPI ao emitir mandatos de captura a alguns líderes africanos, tal o caso de PR Charles Taylor da Libéria, Laurent Gbabo da Costa do Marfim e só para citar uns. No caso Omar Al-Bachir do Sudão, diga-se de passagem que tem se saído bem ate então, mais pela incoerência de um núcleo de líderes africanos ao se recusarem extradita-lo. Mas quem não deve, não teme, e foi nesta perspectiva que o actual PR do Kenya Uruhru Kenyata no exercício das suas funções,   ao ser notificado pelo TPI, deu um grande exemplo de inocência ao se fazer presente e ser ilibado contra as acusações que pesavam sobre ele.  Outros casos ainda mais horrendos, como o da bósnia na qual e finalmente Radovan Karadzic ex. Presidente da Bósnia, este acabou preso e responde pelas penas que lhes são imputadas, como genocídio e crimes de guerra. Portanto, caros senhores vitalícios,  não se fiem no aparente populismo, as surpresas podem bem acontecer.

Crónica de; Jonas Nazareth