As intermitências dos zulus, e a falta de noção da geopolítica para um mundo que se quer globalizado.

Provavelmente os últimos africanos a conhecerem o sabor da independência, a África do sul, eles que se viram em alguns casos forçados a emigrarem para o exterior e evitar o calvário que o regime do apartheid lhes impunha, merecendo com isto, solidariedade de todos países africanos, onde acabaram por residir, enquanto o sistema segregacionista do apartheid se manteve no poder. Paradoxalmente, estes mesmos povos, outrora apoiados por todos países de África, ganho a independência, mostram-se nada esclarecidos em matéria de emigração. E ao se verem desempregados ou com escassas possibilidades para ser empregado, revoltados, agem desumanamente contra inocentes emigrantes, que só escalaram África do sul em busca de uma vida melhor ou de uma oportunidade diferente da dos seus países de origem. Hedionda considera-se a reação dos cidadãos sul-africanos que no desespero de sorte melhor, insurgem-se contra estrangeiros africanos agredindo-os selvaticamente, onde em alguns casos, as vitimas acabaram por ser carbonizadas. É de todo condenável semelhante acção dos trogloditas denominados “zulus”. Comportamentos tresloucados desses energúmenos de memória curta, que mal se lembram, o quão foram ajudados sem restrições no exílio, e do apoio para levarem acabo suas ações de descolonização ou melhor de igualdade de direitos. Tão cruel foi a rixa contra seus vizinhos africanos a residir na África do sul, como se o sangue das suas vítimas proporcionasse mais emprego e dinheiro. E pasme-se!  O governo Sul-africano quando deles se esperava medidas persuasivas, apenas vêem suplicar aos microfones,  para fazerem uma pausa nas práticas de xenofobia (porque não é a primeira vez), talvez por incompreensível medo,  da sua massa eleitoral renunciar o apoio em favor do carismático líder radical Maleba (este já com alguns assentos parlamentares).  Em suma, pela intolerância destes retrógrados e suas desventuras satânicas, leva-nos a suspeitar que,  tê-los integrados na SADC para fins de integração regional,  e quiçá continental, é quase o mesmo que permitir um sádico no auge da sua paranóia de abrir as jaulas dos zoológicos para averiguar qual reacção as feras teriam diante de tanta gente vulnerável?!

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