…E Kalupeteka sonhou com o fim do mundo?!

Na ganância de vir a tornar-se líder espiritual a qualquer preço, o cidadão kalupeteka decide inapelavelmente fundar uma congregação religiosa e que passou a denominar de fez recurso a bíblia para com ela converter os menos incautos ”Jesus Cristo no mundo?” revertendo os menos incautos a abraçarem seu projeto, pois fez da bíblia sagrada sua principal arma para visar corações vulneráveis e ávidos de um apoio espiritual, e como sacrifício nenhum e feito de borla, o dizimo constituiu-se no desiderato do seu projeto. Melhor não teria feito, caso escolhesse como fonte de rendimento a política, pois nesta área já outros tubarões lá se encontram e que dominam com perspicaz eficácia este instrumento e nem sempre para servir o povo. É assim que kalupeteka nas vestes de pastor foi exaltando seus seguidores a ganharem os céus por via do pagamento do dízimo?! Mas com os tempos, essas pregações já não convenciam os tais fiéis, e sabendo que ele dependia exclusivamente do dízimo da congregação para sustentar as novas mordomias que adaptar como o modo de vida, não se sabe ao certo se ele teria sonhado ou inovado, o certo e que acordou decidido em revelar uma novidade de bradar aos céus, afirmando de pés juntos que o fim do mundo estava para breve, e como medida preventiva para ascenderem aos céus, teriam os fieis que abandonarem todos seus haveres mundanos e se recolherem ao cimo de uma montanha, onde provavelmente intensificariam suas preces para conquistarem o sucesso no outro mundo? Qual ritual especial, kalupeteka recolhia com sucesso muitos dos seus fies para o monde “sumi” o que terá despertado os demais cidadãos e consequentemente os órgãos policiais e levado estes as devidas averiguações no cimo da montanha. O encontro ocorreu irreversivelmente, houve excitamento de um dos lados, trocas de tiros que culminaram com mortes de ambos os lados, situação que não abona o pastor kalupeteka e seus seguidores, pelo facto de terem ripostado com armas de fogo e fazerem vítimas mortais… Soube-se por fim que kalupeteka, acabou por ser apanhado, com ele, muitos dos seus seguidores, sendo que muitos outros encontraram a morte no cruzamento das balas entre a policia e alguns fieis com experiencias militares.  E vai o aviso, para os demais com a linha de pensamento semelhante ao do kalupeteka, saibam que a justiça e irredutível, e caso venham a pretender contar piadas para engordarem os sacos para onde caem os dízimos, devem imperativamente colaborarem com a policia e em caso nenhum devem fazer recurso a armas de fogo.

Antes

Antes

e depois...

e depois…

As intermitências dos zulus, e a falta de noção da geopolítica para um mundo que se quer globalizado.

Provavelmente os últimos africanos a conhecerem o sabor da independência, a África do sul, eles que se viram em alguns casos forçados a emigrarem para o exterior e evitar o calvário que o regime do apartheid lhes impunha, merecendo com isto, solidariedade de todos países africanos, onde acabaram por residir, enquanto o sistema segregacionista do apartheid se manteve no poder. Paradoxalmente, estes mesmos povos, outrora apoiados por todos países de África, ganho a independência, mostram-se nada esclarecidos em matéria de emigração. E ao se verem desempregados ou com escassas possibilidades para ser empregado, revoltados, agem desumanamente contra inocentes emigrantes, que só escalaram África do sul em busca de uma vida melhor ou de uma oportunidade diferente da dos seus países de origem. Hedionda considera-se a reação dos cidadãos sul-africanos que no desespero de sorte melhor, insurgem-se contra estrangeiros africanos agredindo-os selvaticamente, onde em alguns casos, as vitimas acabaram por ser carbonizadas. É de todo condenável semelhante acção dos trogloditas denominados “zulus”. Comportamentos tresloucados desses energúmenos de memória curta, que mal se lembram, o quão foram ajudados sem restrições no exílio, e do apoio para levarem acabo suas ações de descolonização ou melhor de igualdade de direitos. Tão cruel foi a rixa contra seus vizinhos africanos a residir na África do sul, como se o sangue das suas vítimas proporcionasse mais emprego e dinheiro. E pasme-se!  O governo Sul-africano quando deles se esperava medidas persuasivas, apenas vêem suplicar aos microfones,  para fazerem uma pausa nas práticas de xenofobia (porque não é a primeira vez), talvez por incompreensível medo,  da sua massa eleitoral renunciar o apoio em favor do carismático líder radical Maleba (este já com alguns assentos parlamentares).  Em suma, pela intolerância destes retrógrados e suas desventuras satânicas, leva-nos a suspeitar que,  tê-los integrados na SADC para fins de integração regional,  e quiçá continental, é quase o mesmo que permitir um sádico no auge da sua paranóia de abrir as jaulas dos zoológicos para averiguar qual reacção as feras teriam diante de tanta gente vulnerável?!

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