O vendaval de poeira e seus imprevistos…

Em plena época de frio, e contra todas as expetativas, eis que subitamente a cidade foi engolida por um vendaval de poeira.
Mal víamos o quer que fosse a uma distância de cinco metros. Pasme-se! Vivia eu agora uma realidade que apenas ouvia falar sobre o deserto do Sahara e seus mistérios?! E como o banho de poeira dava indicações que não se retiraria tão cedo, acabamos por adiar outros lazeres, sobretudo a partida de futebol que nos oporia com a comunidade somali. E vim a saber mais tarde, que os somalis, e porque são de uma piedade angelical (passe a expressão), eles não são de grandes afinidades com os desportos (talvez pela crise institucional por lá instalada?) E se refugiam no afecto conjugal para esquecerem a situação que a Somália vive actualmente? Há quem diz que, é mais fácil vê-los a observarem a poligamia, que praticarem desportos?! E sendo eles exímios devotados, provavelmente terão eles acatado em demasia a máxima divina, que diz; – “Crescei e multiplicai-vos” Daí que, deduzi logo, que os mesmos continuam seriamente imbuídos na reprodução, pese embora a superlotação a que o universo se encontra, e as limitações que doravante deveremos seguir as riscas. A China é um caso concreto de limitação oficiosa. Quanto a África, sem quaisquer limitações oficial, as pessoas, de mais em mais, vão procriando cada vez menos. Antes um casal poderia atingir a chapa dez, nos anos oitenta passaram a sete filhos por casal, já nos noventa ter cinco já era razoável. Com a viragem do milénio, e porque a superpopulação vem atirando cada vez mais pessoas para o desemprego, as probabilidades de natalidade reduziu-se drasticamente. E assim vai o nosso universo, mesmo com a omissão dos somalis a respeito da procriação, outros povos vão tomando consciência que nestes tempos não convém atingir a chapa dez!!!

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