Dipanda (independência) dos Mwangolês (angolanos) e o orgulho de o ser!!!

Mil salvas para Angola e para todos que se revêem nela, num dia como este, no longínquo ano de 1975, a cidade de Luanda acolheu com júbilo, essa inesquecível data, embora não da maneira como todos pretendíamos, de forma coerente e inclusiva, mas foi a possível, e que nos permitiu se identificarmos como cidadãos livres e independentes.
Uma bandeira um hino e uma constituição. Dizíamos que, pelo facto de três movimentos que se fizerem as matas para reconquistarem o que nos era devido, percalços de ordem ideológica, senão mesmo, conflito de personalidades, que inviabilizaram a fusão dos três para se constituir uma só força contra os colonizadores, dai que, estas diferenças se traduziram em intolerância com consequências sanguinárias, martirizados foram uns tantos heróis da revolução, cicatrizes que vieram pesar na mesa de negociações para se constituir um governo de transição, ante um ex, colonizador com outros desafios,
depois do derrube do regime salazarista, demonstrando mesmo certa falta de matreirice para liderar o processo de descolonização.
O certo é que houve guerra civil o quanto baste, para desacelerar o processo de crescimento económico do país.
Mas aprendemos com os nossos próprios erros, o exemplo realçavel, foi o da paz conquistada por nós mesmos.
Reconheça-se que evoluímos o suficiente, para compreender que, já é tempo de proporcionamos mais dignidade ao nosso povo, senão mesmo, o de afiançar que, já é tempo de implementarmos o subsidio de desemprego, e incrementar o salário mínimo, talvez assim, haveriam menos ‘zungueiras’ a jogarem suas derradeiras esperanças vendendo o que lhes fica ao alcance, apenas para sustentarem seus agregados de família.

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