Desmascarando ceitas ou procurar sarnas para se coçar?!

As diferenças religiosas sempre propiciaram polémicas, sobretudo para quem os se acham senhor e dono da verdade, não é de bom-tom criticar princípios religiosos doutrem, quando os nossos também apresentam insuficiências de interpretação, daí que, a convivência inter-religiosa deve se pautar por pacifismo entre elas. Um velho adágio popular nos aconselha a;
– quanto não tem nada para falar, por favor, manter o focinho trancado, pois assim, evita-se que nela entram moscas, ou na pior das hipóteses, que dela não se vomita insuportáveis palavrões. A lógica nos conduz a percepção, de que todas as congregações sabem o que fazem!
Escusado será apegar-se em capítulo qualquer das escrituras dos outros para nela se identificarem prováveis erros, quando sabemos que todas, e sem qualquer exceção, vivem o mesmo dilema, o de algo inconclusivo, como por exemplo, como a ser humano faz tanto mal ao seu próximo e atribui sempre  suas culpas ao demónio, e porque não fazer o bem como um gesto de obediência ao nosso criador?!
Mas ao contrário, as pessoas se apegam intencionalmente as fraquezas do seu próximo para o destruírem.
E raras vezes a opção pacifica para salvar seu próximo.  Tudo quanto sei, as diferentes opções, opiniões, gostos, nos impõe, ao principio de convivência salutar.
Ao serem respeitadas as diferenças dos outros, tal como o princípio democrático que nos obriga a aceitar as escolhas dos outros.
Absurdo seria abraçarmos os pressupostos unitarista. Imaginem lá acompanhar a um campeonato de futebol, que apesar de composta por dezoito equipas, constatamos que, elas não são que, a mesma equipa, mas destrinçada em dezoito equipas, com os mesmos adeptos, e estes também destrinçados em dezoito, senão mesmo, a direcção com semelhante faceta, e assim sucessivamente, e todas elas e com as mesmas ambições?
Para um campeonato ter razão de ser, deve haver diversificação de equipas, adeptos e direcções, para que a diferença, esta no bom sentido, venha assim propiciar uma competição que se pretende séria. Portanto irmãos, não consomem vosso tempo,
a degladiarem-se umas com outras agremiações religiosas, e com motivações provocadoras, porque suscitaria inequivocamente ódio e outros adjectivos nefastos a uma convivência harmoniosa.
Antes porem, deve-se promover a convivência pacífica, e humildade suficiente para do outro se aprender o que desconhecemos e vice-versa.

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