Dipanda (independência) dos Mwangolês (angolanos) e o orgulho de o ser!!!

Mil salvas para Angola e para todos que se revêem nela, num dia como este, no longínquo ano de 1975, a cidade de Luanda acolheu com júbilo, essa inesquecível data, embora não da maneira como todos pretendíamos, de forma coerente e inclusiva, mas foi a possível, e que nos permitiu se identificarmos como cidadãos livres e independentes.
Uma bandeira um hino e uma constituição. Dizíamos que, pelo facto de três movimentos que se fizerem as matas para reconquistarem o que nos era devido, percalços de ordem ideológica, senão mesmo, conflito de personalidades, que inviabilizaram a fusão dos três para se constituir uma só força contra os colonizadores, dai que, estas diferenças se traduziram em intolerância com consequências sanguinárias, martirizados foram uns tantos heróis da revolução, cicatrizes que vieram pesar na mesa de negociações para se constituir um governo de transição, ante um ex, colonizador com outros desafios,
depois do derrube do regime salazarista, demonstrando mesmo certa falta de matreirice para liderar o processo de descolonização.
O certo é que houve guerra civil o quanto baste, para desacelerar o processo de crescimento económico do país.
Mas aprendemos com os nossos próprios erros, o exemplo realçavel, foi o da paz conquistada por nós mesmos.
Reconheça-se que evoluímos o suficiente, para compreender que, já é tempo de proporcionamos mais dignidade ao nosso povo, senão mesmo, o de afiançar que, já é tempo de implementarmos o subsidio de desemprego, e incrementar o salário mínimo, talvez assim, haveriam menos ‘zungueiras’ a jogarem suas derradeiras esperanças vendendo o que lhes fica ao alcance, apenas para sustentarem seus agregados de família.

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As vias rodoviárias, as viaturas e o burro (lê-se; – Asno)

Cairo uma cidade metropolitana e de uma arquitectura invejável, sobejamente popular pelo seu património indiscutível, seu passado faraónico e suas pirâmides, estas sempre solícitas aos turistas provenientes de todos os cantos do mundo, porém, longe de proporcionarem aos gestores públicos (diga-se; – o governo), atitudes drásticas, como por exemplo, limitações aos cidadãos de seus direitos e deveres, em matérias rodoviária, todo o turista que por lá visita, leva em consideração, a dignidade dos menos abastados, que por limitações financeiras, têm na carroça acarretada por burros, seu meio de subsistência. Qual imagem platónica para inglês ver? Ao carroceiro não lhe são suprimidas o direito de fazer o uso das vias para ganhar seu sustento, estando elas engarrafadas ou não, e nada de serem molestados com multas ou outros critérios anónimos, até porque os agentes reguladores, sendo eles também filhos da terra, conhecem a pobreza extrema de muitas famílias, e são solidários em matéria de permissibilidade de algumas situações constrangedoras, a saber que a fome de qualquer conterrâneo fala mais alto do que qualquer capricho de cidade imaculada!? E ai daquele policial que ousar interpelar o pacato cidadão com justificações artísticas?! Saibam que aqui nas terras faraónicas a justiça é cega para todos (e como exemplo, temos os dois ex-presidentes que se encontram a cumprirem penas efectivas). Assim que, a lei sanciona os agentes que prevaricam contra os cidadãos, podendo a mesma, ser passível de ressarcimento ao lesado, ou no pior dos casos, a expulsão da corporação. E aqui o paradoxo se faz, sobre as agruras a que vêem-se submetidas as nossas zungueiras, mesmo sabendo que Luanda ainda não é uma cidade turística, a menos que esteja (diga-se de passagem), a ser observada por outras galáxias, talvez seria o verdadeiro motivo para tanta esfrega contra mulheres, estas, na desesperada luta pelo seu ganha pão, (aqui em termos de opinião dos que concordam e discordam, me parece haver um equilíbrio entre os dois pólos, daí que, a prerrogativa dos que gerem a coisa, vinga!). E não deixamos omisso outra controvérsia, a dos carros antigos, que em abono da verdade, confessamos aqui que elas,  são vetadas a entrada (alfandegas portuárias) de qualquer viatura sem os requisitos de luxo!? Ou seja, modelo antiquados e com alguns anos de estrada,  para rua! Sabendo que, maioritariamente a população é pobre, é caso para se dizer, que andamos a ensinar os filhos a roubar.

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Dia dos finados e o recordar dos outros que já se foram para o além.

O mundo está em constantes mudanças, o homem não descansa e procura a cada vez, se proporcionar um mundo mais equilibrado e com as devidas lógicas do contexto.
Assim que foi seleccionado o segundo dia do mês de Novembro de todos os anos, decretado o dia dos finados, para assim possibilitar aos ainda viventes de renderem visitas aos túmulos de seus ante queridos, um render de homenagens com coroas de flores,
ou ainda uma limpeza adequada em torno das delimitações do tumulo para se dar algum realce aos que vão nos antecedendo.
Estes que por ordem suprema, o anjo da morte rendeu a fatal visita?! E tal como enfatizam e bem nossas mães, ao dizerem: – “Este ai, já vai para a terra da verdade”.
E certamente um lugar que transcende a nossa compreensão.  E rebuscando antiguidades, subscrevo um episódio que remonta a época de Sua majestade Rei Salomão (A. S.);
Em que um de seus ministros notara que um estranho o fixava seriamente, o que fez com que ele ao notar tamanha persistência no olhar do estranho, perguntar ao Rei Salomão (A. S.) quem seria o estranho no interior do palácio e que o fixava daquele jeito, pelo que  Salomão ao ver o mesmo estranho, reconheceu-o logo e respondeu ao seu ministro que se tratava nada menos que o anjo da morte.
Em pânico ficou seu ministro que acabou por pedir a Salomão que por via do seu poder miraculoso lhe transladasse para índia, lugar bem distante, que no entender dele,
evitaria que o anjo da morte o molestasse. E passado algum tempo, Rei Salomão (A. S.) volta a avistar-se com o anjo da morte,  e não se coibiu de pergunta a figura angelical o porquê do assédio no seu olhar ao seu ministro? Pelo que, o anjo da morte respondeu-lhe:
– Deus o todo poderoso, havia lhe incumbido a missão de recolher a ‘alma’ do mesmo, mas na índia, o que fez com que ele próprio (o anjo da morte)
não entendesse como faria, se o mesmo ainda se encontrava no palácio de Salomão, a uma distancia considerável da Índia, quando viu o homem escolhido a levitar por um redemoinho que o levou até a Índia, justamente o local que Deus decretara para que se recolhesse a alma do mesmo.
Portanto, quando Deus quer algo, basta dizer; Seja, para que efetivamente aconteça!!! Devemos aproveitar nosso tempo de vida, para louvar ao nosso Criador,
para fazer bem ao próximo, para se arrepender dos nossos erros, acredite que ao longo da vida, os cometemos, e nunca devemos guarda-los para tentar excomunga-los somente na nossa velhice,  por desconhecemos o dia que nos será reservado para morrermos, que acaba sempre por acontecer tarde ou cedo.

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Desmascarando ceitas ou procurar sarnas para se coçar?!

As diferenças religiosas sempre propiciaram polémicas, sobretudo para quem os se acham senhor e dono da verdade, não é de bom-tom criticar princípios religiosos doutrem, quando os nossos também apresentam insuficiências de interpretação, daí que, a convivência inter-religiosa deve se pautar por pacifismo entre elas. Um velho adágio popular nos aconselha a;
– quanto não tem nada para falar, por favor, manter o focinho trancado, pois assim, evita-se que nela entram moscas, ou na pior das hipóteses, que dela não se vomita insuportáveis palavrões. A lógica nos conduz a percepção, de que todas as congregações sabem o que fazem!
Escusado será apegar-se em capítulo qualquer das escrituras dos outros para nela se identificarem prováveis erros, quando sabemos que todas, e sem qualquer exceção, vivem o mesmo dilema, o de algo inconclusivo, como por exemplo, como a ser humano faz tanto mal ao seu próximo e atribui sempre  suas culpas ao demónio, e porque não fazer o bem como um gesto de obediência ao nosso criador?!
Mas ao contrário, as pessoas se apegam intencionalmente as fraquezas do seu próximo para o destruírem.
E raras vezes a opção pacifica para salvar seu próximo.  Tudo quanto sei, as diferentes opções, opiniões, gostos, nos impõe, ao principio de convivência salutar.
Ao serem respeitadas as diferenças dos outros, tal como o princípio democrático que nos obriga a aceitar as escolhas dos outros.
Absurdo seria abraçarmos os pressupostos unitarista. Imaginem lá acompanhar a um campeonato de futebol, que apesar de composta por dezoito equipas, constatamos que, elas não são que, a mesma equipa, mas destrinçada em dezoito equipas, com os mesmos adeptos, e estes também destrinçados em dezoito, senão mesmo, a direcção com semelhante faceta, e assim sucessivamente, e todas elas e com as mesmas ambições?
Para um campeonato ter razão de ser, deve haver diversificação de equipas, adeptos e direcções, para que a diferença, esta no bom sentido, venha assim propiciar uma competição que se pretende séria. Portanto irmãos, não consomem vosso tempo,
a degladiarem-se umas com outras agremiações religiosas, e com motivações provocadoras, porque suscitaria inequivocamente ódio e outros adjectivos nefastos a uma convivência harmoniosa.
Antes porem, deve-se promover a convivência pacífica, e humildade suficiente para do outro se aprender o que desconhecemos e vice-versa.

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